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10 de março de 2010 |
Por Severino Nunes
Epitácio Lima, ou seu Pita como era mais conhecido na cidade de Princesa Isabel – PB era um cliente muito querido por todos que trabalhavam na Agência do Banco do Brasil, na década de 1980.
Fazendeiro na região e cliente de primeira linha cuidava das suas transações bancárias com muito zelo e responsabilidade. Gostava muito de visitar a agência, às vezes apenas para dar um bom dia, tomar um cafezinho, reclamar da seca e dos juros altos cobrados pelos bancos.
Certa vez chegou à agência apressado, subiu as escadas que davam acesso à carteira agrícola e aos banheiros o mais rápido que pode. Já não tinha mais idade para fazer aquilo, mais estava quase mijando nas calças, não dava mais para esperar, tinha que agir rápido.
Naquele dia a carteira agrícola estava lotada, era época de safra e os clientes se acotovelavam no balcão para assinar os contratos. Seu Pita foi direto ao banheiro, abriu a braguilha, botão por botão, não usava calças com zíper, aquilo era para mulher ou homossexual, empurrou a mão, encontrou um troço mole o que indicava que ele estava no caminho certo, puxou para fora e se aliviou. Banhou as mãos e dirigiu-se ao chefe da carteira, Luiz Carlos Trajano.
- Bom dia, seu Trajano, disse isso já de posse da garrafa térmica pronto para tomar um cafezinho. Trajano, com um pilha de contratos em seu frente, olhou para o cliente por cima dos óculos e respondeu: - Bom dia, seu Pita, mas pegue aquela cadeira e sente, pois o senhor está todo mijado.
Seu Pita, baixou a cabeça e viu que estava todo molhado, é que apressado quando encontrou algo mole e encolhido, deduziu logo que se tratava do pinto, todavia não era, tratava-se do couro do testículo. Urinou nas calças.
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